PRINCIPIO RACIONAL DAS TECNOLOGIAS NO ENSINO MATEMATICO
A partir dos diversos enfoques apresentados sobre a dificuldade da aplicacao de tecnologias nas aulas de Matematica, este artigo é uma continuação propiciada pela Monografia Alpha
“Manipular” várias das ferramentas da calculadora ou do computador, mas não as dominar, pode produzir mais dano do que benefício: consome muito tempo e ensina pouco.
Aprender sobre poucas ferramentas, mas a fundo, para utilizá-las conscientemente, inteligente, matemática, confiada, e adequadamente para resolver problemas que são difíceis, realiza uma contribuição genuína à educação matemática dos estudantes.
A Monografia Alpha, em seu trabalho em monografias, tem consciencia dos limites da tecnologia
MANTER A APRENDIZAGEM COMO PRIORIDADE À MEDIDA QUE A MUDANÇA CONTINUA SUA MARCHA (INEXORÁVEL)
É difícil resistir as pechinchas. Com a tecnologia duplicando sua capacidade e reduzindo seus custos à metade a cada dois anos, toda a sociedade parece arrastada, seduzida pelas possibilidades e levada pelo impulso, e se mantém dificilmente o equilíbrio.
A primeira onda de computadores que adquiriram as escolas descansa nos armários. Isto é suficientemente ilustrativo para indicar-nos que o empuxo inicial da tecnologia, em sua maior parte, não proveio das salas de aula de classe.
As escolas constituem um mercado muito grande, e a tendência de mantê-las tecnologicamente “em dia” serve os interesses econômicos dos produtores de hardware, software, e dos provedores de acesso a Internet.
As políticas, ainda as do governo, muitas vezes se movem por esses mesmos interesses.
Assim, somente com o controle parcial, sobre o rápido influxo da tecnologia nas escolas, o labor dos educadores é manejá-la com atendimento. A tecnologia contribui com capacidades novas importantes e interessantes que expandem as opções de que e como ensinamos. Mas existe outra face da moeda.
É muito fácil com o entusiasmo, ultrapassar restrições e limitações da tecnologia que estreitam a visão das matemáticas e o ensino. O mesmo se dá em relacao ao tema e realizacao de uma monografia ou um TCC
Por exemplo, é bem mais econômico dar a cada estudante uma calculadora gráfica que lhes oferecer acesso equivalente aos computadores.
Decidir-se pelas calculadoras por outro lado, pode estreitar-nos a visão das matemáticas, do que se pode conseguir numa tela com as gráficas e suas descrições simbólicas.
Pode-se conseguir muito por essa via, e as pessoas razoáveis podem decidir que é isso o que desejam conseguir em seus programas de matemáticas, ainda que também é possível envolver-se tanto com um tipo de método de gerar gráficos que outros enfoques e aplicações da álgebra se esquecem.
O mesmo ocorre com o ensino. Enquanto alguns professores desfrutam o experimentar ferramentas novas, outros são mais criativos quando sua atenção não está dividida entre seu ofício (estudantes, pensamento e conteúdo do curso) e o que pode parecer-lhes como detalhes tecnológicos de baixo nível.
Para estes professores, as vantagens de uma nova ferramenta (ainda quando aceitem que tem vantagens) podem ser inconvenientes pelo treinamento ao que devem submeter-se para usá-la com fluidez.
Alguns dos novos currículos estabelecem tanto uma visão para o uso da tecnologia como a provisão de recursos para que os professores ganhem habilidade nela.
Que se deve fazer? Mantenha a mudança sob controle.
Ofereça tempo e capacitação para que os professores se convertam em usuários criativos da tecnologia de que dispõem. Mantenha uma visão clara do que se quer obter da tecnologia, responsável mas não governada pelas mudanças que possibilita a tecnologia.
Pense principalmente que é o que deseja para seus estudantes (as metas particulares da sala de aula e as necessidades de cada estudante) e depois de estabelecer suas metas, avalie se as ferramentas o acercam ou afastam dela.
A Monografia AC pode lhe auxiliar neste processo
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