para tcc – NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS – tema
O termo “Necessidades Educativas Especiais” (N.E.E), vem expressado pela primeira vez no relatório Warnock, publicado no Reino Unido em 1978. Como afirmam Marchesi e E. MartÃn este termo se aplica a os(as) alunos(as) que apresentam algum problema de aprendizagem ao longo de sua escolarização, problema que demanda um atendimento mais especÃfico e mais recursos educativos que os que precisam os(as) parceiros(as) de sua idade.
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Antes se consideravam sujeitos(as) de Educação Especial a os(as) alunos(as) que apresentavam déficit de caráter permanente, cujo número é sensivelmente menor do que os(as) alunos(as) com N.E.E (entre os quais se incluem à queles(as) que apresentam dificuldades na leitura, escrita, cálculo,…).
Este termo está em contraposição com o de Educação Especial.
Acentua-se o caráter interativo e relativo das necessidades educativas do(a) aluno(a), já que dependem tanto das caracterÃsticas pessoais deste(a) e do meio sócio-familiar em que se encontra, como das caracterÃsticas do contexto educativo e da resposta que se lhe oferece.
Manuel Tejero oferece sua definição: “Necessidades Educativas Especiais (N.E.E) são aquelas necessidades que tem o corpo discente derivadas de incapacidade, superdotação, desvantagem sociocultural ou dificuldade especÃfica de aprendizagem, valorizando-se dentro de uma ação educativa que precisa de recursos com caráter extraordinário, aos quais os centros contribuem habitualmente, ante as dificuldades no processo de ensino-aprendizagem de alguns(as) de seus alunos(as)”.
O modelo psicanalÃtico: Baseado na psicanálise tende a identificar os problemas em certos conflitos e desequilÃbrios entre o id, o ego, e o superego. Estes conflitos se manifestam mediante a livre associação do que sugere o subconsciente, a interpretação de sonhos e temores procurando sÃmbolos e ou conteúdos latentes, recordações de experiências infantis bem como desejos reprimidos.
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A intelectualização é dentro da teoria psicanalÃtica um mecanismo utilizado freqüentemente por pessoas com incapacidade.
A intenção de quem utiliza este mecanismo psicológico é de explicar um problema pessoal com o propósito de evitar o reconhecimento da emoção conflitiva, provocada por esse mesmo problema, este mecanismo as vezes atenua superficialmente a angústia interna mas efetivamente não afasta o problema e o(a) leva a não enfrentar a realidade
O modelo psicoeducativo encontrou ampla aceitação no ambiente escolar por fundamentar-se em conceitos psicológicos e educativos consistentes e parte de suposições que propõem a existência de motivações internas que podem gerar conflitos que podem manifestar-se no âmbito acadêmico que em ocasiões impossibilitam os ganhos do(a) adolescente com incapacidade bem como também, seu esforço pessoal por atuar com sentido de responsabilidade, a necessidade de estabelecer objetivos e metas em forma concreta e efetiva.
O modelo humanista: Baseia-se supondo que o(a) adolescente pode conseguir uma congruência entre o que é e o que quer ser. Espera-se que ele(ela) desenvolva consciência de seus próprios sentimentos, aptidões, deficiências, valores, limitações, vantagens e que desenvolva desejos de superação dentro de um clima de espontaneidade e de contatos pessoais que os(as) façam mais abertos(as) ao processo de auto-direção e auto-avaliação que facilitarão um comportamento adaptativo fazendo ênfase em elementos emocionais de vivência e aplicação individual e maior dedicação pessoal que terá de reduzir numa grande percentagem o impacto negativo das frustrações.
O modelo sócio-ecológico: Enfoca-se em que os possÃveis conflitos existentes em o(a) adolescente com uma incapacidade devem ser determinados tomando em conta as condições de vida, as experiências no salão de classe, dentro da famÃlia, em sua comunidade e outros aspectos do meio sociocultural.
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O modelo conducista: Baseia sua idéia principal em que os problemas emocionais ou mais bem fatores psicológicos que incidem na conduta do(a) jovem com alguma necessidade especial se produzem por uma aprendizagem das experiências inequÃvocas ou inadequadas bem como também se aplicam os princÃpios básicos de estÃmulos, respostas e reação inadequadas por parte do(a) próprio(a) indivÃduo e as outras pessoas.
O modelo médico-biológico: Parte do suposto de que grande parte dos problemas emocionais e de conduta têm sua origem numa deficiência ou disfunção orgânica, estes fatores causadores podem ser os desequilÃbrios hormonais, algum tipo de doença e de condição defeituosa no fÃsico, mental e sensorial por exemplo a SÃndrome de Down.




Estou interessada em ler monografias sobre educação especial
Oi.. tenho que fzer meu tcc e nem sei como começar…
será que você podera me ajudar?
comecei o 7 semeste e tenho que começar a fazer o tcc, mas não sei como, gostaria d de ler a monografia sobre educação especial sera que pode me ajudar para que eu tenha uma base, obrigada aguardo resposta